FAQ

Conquistas do setor sucroenergético na matriz energética brasileira

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O Brasil é reconhecido e elogiado mundialmente pelo forte componente renovável de sua matriz energética. Hoje, mais de 47% de toda a energia utilizada no país vem de fontes renováveis. O setor sucroenergético tem papel-chave nesse quadro: a cana-de-açúcar, matéria-prima para a produção de etanol e bioeletricidade, é a segunda maior fonte de energia do país, respondendo por 18% de toda a energia consumida pelo Brasil.

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Maior produtor mundial de cana-de-açúcar

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O Brasil é o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo. O País produz mais de 490 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por ano (safra 2011/2012). O Brasil é também o 1º Produtor Mundial de Açúcar, responsável por 25% da produção mundial e 50% das exportações mundiais. E o 2º Produtor Mundial de Etanol, sendo responsável por 20% da produção mundial e 20% das exportações mundiais.

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Raio X do setor sucroenergético

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Estrutura produtiva: 430 unidades produtoras l Produtores de cana-de-açúcar: 70 mil l Empregos diretos: 1,2 milhão l PIB setorial: US$ 48 bilhões l Exportações: US$ 15 bilhões.

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Competitividade do Etanol prejudicada

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Sucessivos cortes na CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) reduziram a carga tributária sobre a gasolina de cerca de 47% do preço de bomba em 2003 para 35% hoje l Para o etanol, o peso médio dos tributos permanece inalterado: 31% l Como o valor energético do etanol é 30% inferior ao da gasolina, o consumidor hoje paga mais imposto por quilômetro rodado sobre o combustível limpo e renovável, o etanol, do que sobre o combustível fóssil,a gasolina.

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Economia de Baixo Carbono

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O uso do etanol e da bioeletricidade já contribui para reduzir em 10% as emissões anuais brasileiras de gases causadores do efeito estufa l Considerando apenas os setores de transporte e eletricidade, as emissões evitadas atingem 22% ao ano.

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Etanol Anidro e Etanol Hidratado

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A diferença entre o etanol anidro e o hidratado está no teor de água. Enquanto no anidro o teor fica em torno de 0,5%, no hidratado ele chega a cerca de 5% em volume. O etanol anidro é o adicionado à gasolina, enquanto o hidratado é o etanol vendido nos postos de combustíveis. O etanol hidratado sai diretamente das colunas de destilação das usinas produtoras. Já o anidro, produzido a partir do hidratado, passa por um processo adicional que retira a maior parte da água presente.

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Diferenças entre o etanol de cana-de-açúcar, produzido no Brasil, e os de milho, beterraba e outros produtos agrícolas, produzidos em outros países

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O etanol brasileiro, produzido de cana, apresenta vantagens econômicas e ambientais claramente documentadas em relação ao etanol produzido de outros insumos. O balanço energético do etanol brasileiro, ou a proporção entre a energia fóssil utilizada para produzí-lo e a energia contida no combustível produzido, é altamente positivo. São nove unidades de energia renovável para cada unidade de energia fóssil utilizada na produção. Segundo o World Watch Institute, esse índice é cerca de quatro vezes superior ao do etanol produzido no continente europeu, e quase cinco vezes maior que o do etanol produzido a partir do milho. Segundo o Departamento de Energia dos EUA, a produção de gasolina e de diesel, além de não produzir energia renovável, apresenta eficiência energética negativa – cada unidade de energia fóssil consumida no ciclo de produção gera em torno de 0,8 unidades de energia fóssil. Em relação à emissão de gases causadores do efeito estufa, segundo diversas estimativas calculadas com base na análise de ciclo de vida do produto (well-to-wheel analysis), o etanol brasileiro de cana-de-açúcar reduz as emissões em cerca de 90% comparado com o uso da gasolina.

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Bioeletricidade

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A bioeletricidade é uma energia limpa e renovável, feita a partir da biomassa: resíduos da cana-de-açúcar (bagaço e palha), restos de madeira, carvão vegetal, casca de arroz, capim-elefante e outras. No Brasil, 80% da bioeletricidade vem dos resíduos da cana-de-açúcar. Cada tonelada de cana moída na fabricação de açúcar e etanol gera, em média, 250kg de bagaço e 200kg de palha e pontas. Com alto teor de fibras, o bagaço de cana, desde a revolução industrial, tem sido empregado na produção de vapor e energia elétrica para a fabricação de açúcar e etanol, garantindo a autossuficiência energética das usinas durante o período da safra.

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PROÁLCOOL

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Criado em 1975, o Programa Nacional do Álcool (PROÁLCOOL) foi o passo inicial do que hoje é considerado o mais importante e bem-sucedido programa de combustível comercial renovável já implantado no mundo. Lançado por decreto presidencial, o PROÁLCOOL incentivou a oferta em grande escala de etanol produzido de cana-de-açúcar, mandioca e outros insumos, aproveitando-se da experiência acumulada do Brasil desde a década de 20 com a produção e utilização do etanol combustível em menor escala. O primeiro “choque do petróleo” em 1973, que causou forte aumento no preço do barril de petróleo, foi o principal estímulo para o lançamento do PROÁLCOOL. Na época, a maior parte do petróleo utilizado no Brasil era importado e a elevação no preço do petróleo teve forte impacto nas contas externas brasileiras. A produção brasileira de etanol ilustra bem o sucesso do programa: o total cresceu de 555 milhões de litros em 1975-76 para mais de 20 bilhões de litros na safra 2011-12.

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