Copersucar doa milhares de lanches para caminhoneiros no Porto de Santos

8 de maio de 2020

A Copersucar vem realizando diversas ações em apoio à sociedade no combate aos impactos trazidos pelo novo coronavírus. Neste movimento de cooperação, a empresa promoveu a distribuição de lanches aos caminhoneiros que chegam ao Terminal Açucareiro Copersucar, no Porto de Santos. No mês de abril, foram entregues 4 mil kits e a expectativa para maio é distribuir mais 9 mil lanches.

Diariamente, cerca de 300 caminhoneiros passam pelo terminal para descarregar produtos alimentícios. Enquanto aguardam na fila para realizar o transbordo da carga, estes trabalhadores recebem dos colaboradores da empresa uma sacola com lanche e suco. Além do cuidado com os motoristas, a ação é importante pois evita que estes tenham que procurar outro local na cidade para se alimentar, mantendo assim, o distanciamento social.

A compra dos kits também foi importante para uma empresa de salgados e doces instalada, há 20 anos, nas proximidades do terminal, pois gerou renda e ajudou a manter empregos.

“Quando desenvolvemos este projeto solidário, procuramos atuar em duas importantes frentes para minimizar o impacto causado pela pandemia: contribuir com o trabalhador que precisa continuar exercendo sua atividade e, ao mesmo tempo, fortalecer a economia local, em especial o pequeno e médio varejista, que sofre com os reflexos financeiros provocados pelo isolamento social”, comenta Fabiano Messias, coordenador de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente da Copersucar. “Indiretamente, ainda ajudamos dezenas de famílias a manter a renda, fato que nos enche de orgulho e motivação para fazermos ainda mais”, completa.

Com a chegada da pandemia e após algumas semanas do início do isolamento social, a M3 Food Salgados e Doces registrou uma queda de 75% no número de pedidos e no seu faturamento mensal. Este cenário, estava obrigando a direção a suspender o contrato de trabalho de quase 60% dos seus funcionários. “Com a compra dos lanches, conseguimos, por enquanto, evitar demissões e manter 40% do nosso efetivo trabalhando”, ressalta Antônio Cláudio Martins, diretor administrativo e financeiro da empresa. “Seria muito importante que outras empresas fizessem o mesmo movimento, contratando fornecedores da região, como nós. Isso nos deixaria mais otimistas em relação ao futuro que nos espera”, conclui.