6 de abril de 2011

A Argentina poderá usar o conhecimento e experiência brasileira para acelerar o programa de etanol no país, avalia o presidente da Câmara Argentina de Álcool, Tristan Briano. A declaração foi feita durante o primeiro Congresso de Energias Limpas

Segundo Briano, a realização de um painel sobre etanol durante o evento foi oportuna: “A Argentina, apesar de já ter utilizado etanol em mistura com gasolina na região de Tucumán em meados da década de 1990, está retomando o uso do combustível renovável e a contribuição do Brasil nesse campo poderá ser útil,” afirmou. No painel, além do consultor da UNICA e da Câmara Argentina de Energias Renováveis, participou também Bliss Baker, diretor da Aliança Global para Combustíveis Renováveis.

Szwarc ressalta que a temática do etanol não foi o principal foco no Congresso, que priorizou a geração de energia de outras fontes como a hídrica, eólica, solar e o biodiesel. O etanol, porém, teve seu espaço particularmente em função do contexto que vive a Argentina: uma lei federal de 2006 exige a mistura de 5% de etanol na gasolina comercializada no país desde 2010. No entanto, a disponibilidade limitada do produto não permitiu, ainda, o pleno cumprimento da legislação.

Atualmente  existem 23 usinas no país, a maioria delas (15 unidades) na província de Tucúman, que representa 62,4% da produção argentina de etanol.

 

 

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