1 de novembro de 2005

Portaria do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, publicada hoje no Diário Oficial, fixa em 178.418,86 toneladas a cota preferencial de exportação de açúcar destinada ao Brasil pelo governo dos Estados Unidos para embarque no período de 2005/06, observando a participação porcentual na totalidade do volume de Açúcar Total Recuperável (ATR) dos produtos derivados de cana-de-açúcar produzido pela respectiva unidade fabril na safra de 2004/2005.

Essa cota preferencial é rateada entre Estados do Nordeste e Norte do País. A portaria fixou o volume para os Estados: Alagoas (82.404,19 t); Pernambuco (72.295,32 t); Rio Grande do Norte (6.922,65 t); Bahia (6.583,66 t); Paraíba (4.603,21 t); Sergipe (3.015,28 t); Piauí (927,78 t); Amazonas (695,83 t) e Maranhão (570,94 t).

Publicações Recentes

Preço do etanol atinge maior vantagem frente à gasolina desde 2018

Preço do etanol atinge maior vantagem frente à gasolina desde 2018

O etanol hidratado ampliou sua vantagem competitiva frente à gasolina comum, que chegou ao maior patamar dos últimos oito anos, desde 2018. Em São Paulo, o preço médio do etanol hidratado chegou a R$ 3,70/litro e a gasolina a R$ 6,39/litro na última semana. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Votação pelo nome do senador Rodrigo Pacheco para o TCU

Posicionamento UNICA sobre o E32

Os estudos que embasaram a adoção do E32 foram conduzidos pelo Instituto Mauá de Tecnologia, sob coordenação do Ministério de Minas e Energia, seguindo metodologia técnica construída no âmbito do Programa Combustível do Futuro, com participação de representantes do governo, da indústria automotiva, da cadeia de combustíveis e da academia.

Veja Também

Blairo Maggi destaca sustentabilidade do setor sucroenergético BR

Aspectos ambientais da cana são temas de publicação bioenergéticas

O crescimento significativo da população mundial, que deverá chegar a nove bilhões de pessoas em 2050, vai elevar fortemente a demanda por alimentos e energia, mas a demanda global por energia deve aumentar ainda mais rapidamente. Dados da Agência Internacional de Energia apontam que a demanda energética global deve crescer 50% até 2035, caso

ler mais