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Exportações do setor sucroenergético são destaque em publicação

20 de fevereiro de 2013

O setor sucroenergético tem sido fundamental para manter o Brasil na terceira posição entre os países que mais exportam produtos agrícolas. A avaliação é do diretor Executivo da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Eduardo Leão de Sousa, com base na publicação “Intercâmbio Comercial do Agronegócio: principais mercados de destino,” lançada este mês pela secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Os dados mostram que entre os diferentes segmentos do agro brasileiro, o setor sucroenergético foi o segundo em termos de valores exportados. O total chegou aos US$ 16,5 bilhões, garantindo participação de 20,1% no total exportado pelo País. O crescimento do setor sucroenergético em 2011 atingiu 5,5 pontos percentuais, comparando-se com dados de 2005.

Com 456 páginas divididas em seis seções e tiragem de 5000 exemplares, a 7ª edição do livro utiliza dados de 2011, um dos melhores anos para a balança comercial do agronegócio brasileiro. O comércio bilateral do Brasil com seus 30 principais parceiros na área agrícola é o foco principal e a presença de produtos brasileiros em  diferentes mercados também é detalhada.

“A iniciativa do Ministério da Agricultura é de extrema relevância, pois apresenta uma compilação de dados que retratam de forma completa o cenário do agro brasileiro, permitindo visualizar como estamos posicionados no mercado e definir diretrizes futuras,” explica Sousa.

O livro mostra que o Brasil ocupou posição de destaque em 2011, sendo o terceiro maior mercado exportador de produtos agrícolas, com US$ 81,8 bilhões em vendas externas, atrás apenas dos Estados Unidos e União Europeia, que totalizaram US$ 150,62 bilhões e US$ 146,74 bilhões, respectivamente. Nos últimos 10 anos, as exportações agrícolas do País cresceram, em média, 17,3% ao ano, ante 11,1% das importações agrícolas mundiais no mesmo período.

As exportações agrícolas brasileiras totais passaram de US$ 54,8 bilhões em 2009 para US$ 81,8 bilhões em 2011, registrando um aumento de 49,2%. Comparado ao valor exportado em 2005, esse acréscimo chega a 154%. A variação anual média foi de 16,8% entre 2005 e 2011.

“É um trabalho de grande importância, que também abrange aspectos sanitários, fitossanitários e o regime tarifário vigente nas relações bilaterais das nações parceiras analisadas,” disse Marcelo Junqueira, diretor do Departamento de Promoção Internacional do Mapa.

Para baixar a publicação na íntegra, clique aqui