10 de outubro de 2006

As montadoras do Brasil deverão divulgar, a partir do ano que vem, o consumo de combustível dos automóveis vendidos.
A classificação será igual à usada nos eletrodomésticos para indicar o consumo de energia, em que o produto mais econômico é classificado com nota “A”, e o menos, com “E”.

A nova regra foi imposta pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), em parceria com a Conpet (Programa Nacional de Racionalização do Uso de Derivados do Petróleo e Gás Natural) e Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). O prazo para que o projeto fique pronto termina em novembro. No entanto, há um impasse sobre a melhor forma de analisar o consumo de combustível pelo peso do automóvel, cilindrada do motor ou pela área plana projetada pelo automóvel no solo. As informações são do site Infomoney.

Publicações Recentes

Preço do etanol atinge maior vantagem frente à gasolina desde 2018

Preço do etanol atinge maior vantagem frente à gasolina desde 2018

O etanol hidratado ampliou sua vantagem competitiva frente à gasolina comum, que chegou ao maior patamar dos últimos oito anos, desde 2018. Em São Paulo, o preço médio do etanol hidratado chegou a R$ 3,70/litro e a gasolina a R$ 6,39/litro na última semana. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Votação pelo nome do senador Rodrigo Pacheco para o TCU

Posicionamento UNICA sobre o E32

Os estudos que embasaram a adoção do E32 foram conduzidos pelo Instituto Mauá de Tecnologia, sob coordenação do Ministério de Minas e Energia, seguindo metodologia técnica construída no âmbito do Programa Combustível do Futuro, com participação de representantes do governo, da indústria automotiva, da cadeia de combustíveis e da academia.

Veja Também

Participantes do Ethanol Summit 2011 visitam usina Costa Pinto

Gás está mais caro em São Paulo

Desde a meia-noite, o gás natural está mais caro em São Paulo. O consumidor residencial pagará entre 7% e 9% a mais pelo gás, enquanto a indústria terá reajuste de 12,64% a 17,9%. Nos postos, o GNV deve ter alta, em média, de 6%. Um novo reajuste para o consumidor...

ler mais