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RenovaBio será debatido com lideranças empresariais na Fiesp

1 de junho de 2017

Em comemoração à Semana do Meio Ambiente, empreendedores do agro nacional e executivos do setor sucroenergético, incluindo a presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Elizabeth Farina, estarão reunidos, na próxima segunda-feira (05/06), com o secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Márcio Felix, e o representante da sociedade civil no Conselho Nacional de Política Energética do MME, Plínio Nastari.

O objetivo do encontro, que será promovido na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), é ampliar a discussão sobre o Programa RenovaBio, considerado vital para o desenvolvimento sustentável do País nas próximas décadas, em especial para o cumprimento das metas assumidas na Conferência do Clima (COP21), em Paris. A reunião é organizada por três Conselhos Superiores da Fiesp; do Meio Ambiente (COSEMA), de Infraestrutura (COINFRA) e do Agronegócio (COSAG). Ao final, Márcio Felix e Plínio Nastari poderão atender a imprensa.

Sobre o RenovaBio

O programa foi lançado pelo MME no final de 2016 e pode ser estratégico para o êxito do plano brasileiro no Acordo do Clima, que prevê, até 2030, a participação na matriz energética de 18% de biocombustíveis sustentáveis, com destaque para o etanol e biodiesel.

O setor empresarial e a indústria sucroenergética debatem suas propostas com o governo. Maior diferenciação tributária entre o etanol e a gasolina, metas anuais de emissões de gases de efeito estufa por segmento de combustíveis, linhas de financiamento mais adequadas à realidade econômica das usinas e ganhos de eficiência energética foram algumas das sugestões dadas, por exemplo, pela UNICA, durante o período de Consulta Pública do Programa, encerrado em março. Essas propostas agora deverão ser submetidas à aprovação do Congresso Nacional no segundo trimestre deste ano.

Homenagem

O ex-ministro e relator do Código Florestal, Aldo Rebelo, será homenageado pelo seu trabalho à frente da reforma do Código Florestal, atualizado em 2012, e que representa importante instrumento constitucional de garantia do patrimônio ambiental.

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