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Repercussão do uso do etanol na Formula Indy é positiva

17 de março de 2010

Representantes do governo, das usinas e organizadores e patrocinadores do evento falam sobre a importância da exposição do biocombustível na Indy 2010A temporada 2010 da Fórmula Indy, que utiliza o etanol de cana-de-açúcar como combustível oficial, é uma grande oportunidade para promover a imagem do biocombustível brasileiro dentro e fora do país.

Os resultados das parcerias firmadas entre a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), fornecedora do etanol, a Indy Racing League (IRL), organizadora da Fórmula Indy, e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), patrocinadora do evento, puderam ser vistos logo na primeira prova da corrida, a “São Paulo Indy 300”, ocorrida neste domingo (14/03).

Presidentes de usinas, representantes da Apex e organizadores do evento falam sobre a importância de um evento com a Fórmula Indy para exposição do etanol de cana-de-açúcar.

 

Orlando Silva, ministro dos Esportes“Demonstra (o uso do etanol) a capacidade do Brasil. Somos um País que tem responsabilidade ambiental, uma agenda muito forte neste sentido. Acredito que a Fórmula Indy, correndo com etanol, mostra a potência deste combustível, o que garante não somente a sustentabilidade ambiental, mas também financeira. É uma boa demonstração de capacidade do País na apresentação de um produto, que espero rapidamente chegue em todo o mundo, pois quem tem responsabilidade com o meio ambiente deve estimular o seu consumo.Desejo que as barreiras comerciais cedam ao longo do tempo em benefício do planeta.

 

 

Mauricio Borges, vice-presidente da Apex-Brasil“Vários investidores têm perguntado e procurado por empresas que respeitam o meio ambiente, que seguem o conceito de sustentabilidade. O etanol de cana-de-açúcar tem todas as características e nos dá esse aval. Usar esta chancela da UNICA, do etanol, coloca-nos mais fortes mostrando que as empresas brasileiras, de diversos segmentos, têm respeito ao meio ambiente. Essa união favorece muito as exportações brasileiras nos mercados japonês, canadense e americano (onde vão acontecer provas da Indy).”

 

 

 

Terry Angstadt, presidente da Indy Racing League (IRL)
“O Brasil é um grande produtor de etanol. Portanto, existe uma plataforma perfeita para a promoção deste combustível e ajudar a transformá-lo em uma commodity internacional. Isso é muito importante, principalmente após o crescimento recentes nas relações estabelecidas entre a Apex, a UNICA e a Indy Race Series.”

 

 

 

Renato Meirelles, diretor de Relações Institucionais da Abengoa Bioenergia, empresa de origem espanhola dona de usinas no Brasil“É uma grande vitória para o setor e para o Brasil a Fórmula Indy ter acreditado no etanol de cana-de-açúcar, o mesmo etanol que vai mover as corridas nos Estados Unidos e em outros países. Isso é um imenso passo para realmente transformar o etanol em uma commodity.”

 

 

 

 

José Pilon, presidente da usina Santa Maria, em Cerquilho (SP)“Mostramos para o mundo o nosso etanol de cana, que além de ser um biocombustível produzido de maneira sustentável, também contribui para reduzir emissões de carbono e melhorar o desempenho, já que a octanagem é mais alta do que a da gasolina. Isso tem um efeito ainda mais perceptível quando os carros são de alto desempenho, como os da Indy.”

 

 

 

Marcelo Ometto, conselheiro do Grupo São Martinho “O etanol de cana permite melhor rendimento com muito menos emissão de CO2. O uso do etanol pela Indy mostra ao mundo o caso de sucesso que é o etanol brasileiro de cana-de-açúcar.”

 

 

 

Luiz Pogetti, presidente do Conselho de Administração da Copersucar S.A“O uso do etanol de cana em uma situação que exige alto desempenho, como a Indy, afasta qualquer dúvida sobre a viabilidade de nosso biocombustível em situações de tecnologia de ponta. A eficiência do etanol na Indy é o reconhecimento das qualidades de nosso etanol, um combustível pronto para a modernidade.”

 

 

 

Herminio Ometto, presidente da usina São João de Araras (SP)