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Saudita aponta etanol de cana como complemento da matriz energética mundial

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12 de novembro de 2008


O presidente do Banco Central (BC) da Arábia Saudita, xeque Hamad Saud Al-Sayari, defende a utilização do etanol de cana-de-açúcar como complemento à matriz energética mundial. O representante do governo saudita fez o comentário nesta terça-feira (11/11/2008), após visita à usina sucroenergética Costa Pinto, do Grupo Cosan, no município de Piracicaba (SP).


"A usina é um exemplo do dinamismo do setor sucroenergético brasileiro, um reflexo da abundância de recursos naturais do Brasil”, disse Al-Sayari. “O etanol de cana é um complemento às necessidades energéticas do mundo e, por isso, os mercados devem favorecer a expansão deste setor, globalmente, eliminando os subsídios (para a produção interna)", completou.


 


Foto aérea da usina Costa Pinto O presidente do BC saudita veio ao Brasil para participar com seus assessores da reunião do G-20, realizada em São Paulo no fim-de-semana, mas fez questão de conhecer uma usina sucroenergética antes de retornar a seu país, para ver de perto o processo de produção de etanol, açúcar e bioeletricidade.


Al-Sayari foi acompanhado durante a visita à Costa Pinto pelo gerente de comunicação da usina, Paulo Gabriel Setten, o engenheiro químico Pedro Henrique Oka Ramos, o diretor de Comunicação Corporativa da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Adhemar Altieri, e pela relações institucionais da entidade, Carolina Costa.