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UNICA inicia processo de produção do Relatório de Sustentabilidade

29 de outubro de 2009

Primeira associação de agronegócio no mundo e primeira entidade associativa brasileira a realizar um Relatório de Sustentabilidade com base nos parâmetros da Global Reporting Initiative (GRI), a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) realizou nesta segunda-feira (26/10/2009) a primeira reunião com vistas à produção da próxima edição do relatório, com distribuição prevista para maio de 2010. Representantes de bancos, universidades e auditorias se reuniram com empresas associadas, executivos da UNICA e do GRI, instituição que desenvolve os parâmetros mais completos para esse tipo de relatório, para analisar a primeira edição do Relatório, publicada no final de 2008, e discutir os desafios e oportunidades para o desenvolvimento da edição de 2010.

Para a assessora de responsabilidade social corporativa da UNICA e coordenadora do Relatório, Maria Luiza Barbosa, o desafio agora será ainda maior, já que o projeto desta vez será auditado: “Todos os dados e informações inseridos na versão de 2010 serão verificados por empresas especializadas em auditoria de Relatórios, trazendo mais transparência e credibilidade ao documento”.

Daniel Lobo, assessor de responsabilidade ambiental corporativa da UNICA, destacou vários pontos positivos e sugestões apontadas pelos participantes durante o encontro. “Estas reuniões são fundamentais, já que nem todas as usinas possuem seu próprio Relatório de Sustentabilidade. Elas utilizam o da UNICA, que deve, então, ser o mais completo e confiável possível.”

O Relatório de Sustentabilidade da UNICA distribuído em 2008 atendeu às exigências de nível “B” GRI, versão G3 checked, e obteve o segundo melhor nível de classificação da GRI já em sua primeira edição. Sediada na Holanda, a GRI foi criada em 1997 com o objetivo de conferir aos relatórios de sustentabilidade a consistência e a respeitabilidade dos relatórios financeiros. Atualmente, mais de duas mil empresas produzem seus relatórios com base na terceira geração do modelo GRI, sendo que 70 são brasileiras – 10 delas do setor sucroenergético.