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UNICA observa ganho econômico e ambiental com prorrogação de IPI

25 de novembro de 2009

A prorrogação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros flex, anunciada na terça-feira (24/11) pelo Governo Federal, vai beneficiar consumidores, estimular o crescimento econômico e reduzir as emissões de carbono que contribuem para o aquecimento global. A avaliação é do diretor executivo da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Eduardo Leão de Sousa.

“A medida significa importante estímulo às indústrias automobilística e sucroenergética, beneficiando ainda toda a sociedade na medida em que potencializa as vantagens competitivas, ambientais e socioeconômicas que os veículos bicombustíveis e o etanol apresentam”, avaliou o diretor.

A decisão anunciada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, determina que carros flex com até mil cilindradas terão uma alíquota de 3% estendida até 31 de março de 2010.  Caso não houvesse a prorrogação, o imposto retornaria ao patamar de 7% em 1° janeiro de 2010.

Na opinião do diretor da UNICA, além do ganho econômico  a redução do IPI deverá estimular ainda  mais as vendas de carros flex Segundo ele, outro ponto relevante é o fato de que o governo demonstra alinhamento com a questão ambiental “em um momento em que todo o planeta discute formas inteligentes e criativas para diminuir as emissão de poluentes causadores do aquecimento global”. Em comparação com a gasoolina, o etanol emite em média 90% menos CO2 na atmosfera.

Carbonômetro

Para atestar as vantagens ambientais do uso do etanol, a UNICA criou em 2008 o “Carbonômetro”, ferramenta capaz de estimar a quantidade de CO2 que deixou de ser emitida na atmosfera graças ao consumo do combustível renovável por carros flex.

De abril de 2003 ao final de outubro de 2009, ao optar por um combustível limpo e renovável, o consumidor brasileiro evitou a emissão de mais de 75 milhões de toneladas de CO2.