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Uso do etanol brasileiro no combate ao aquecimento global é bem-visto por representante da ONU

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5 de agosto de 2008


O presidente da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Srgjan Kerim, considerou positiva a proposta de utilização do etanol brasileiro na luta contra o aquecimento global. Kerim se encontrou com o presidente da UNICA, Marcos Jank, nesta segunda-feira (04/08/08), na sede da entidade, em São Paulo.

 




 


 


 


 


 


Srgjan Kerim da ONU e seu assessor Bruno Brant


Tendo como um dos enfoques a mudança climática, a viagem de Kerim ao Brasil visou a aprofundar os conhecimentos sobre a produção e utilização do etanol de cana-de-açúcar como combustível limpo e renovável. Um dos aspectos apresentados por Jank ao representante da ONU foi a redução de 90%, em comparação com a gasolina, nas emissões de gases de efeito estufa em toda a cadeia do etanol brasileiro, desde o cultivo da cana até o seu uso como combustível de carros flex.


 


 


 


Também despertou a atenção de Kerim o potencial de produção excedente de bioeletricidade pelas usinas de cana-de-açúcar, hoje já auto-suficientes em energia. A produção potencial de eletricidade pelo setor sucroenergético do Brasil pode atingir 14.400 megawatts médios, segundo estimativas da UNICA, até o final da próxima década. O montante de energia equivale a uma vez e meia a geração da hidrelétrica de Itaipú.


 




Kerim e Jank discutem o etanol brasileiro


Antes do encontro na UNICA, onde foi acompanhada pela relações públicas da UNICA, Carolina Costa, a comitiva da ONU esteve no Chile e Argentina, para promover as prioridades do órgão legislativo da ONU, cujos objetivos atuais são o Aquecimento Global, as Metas do Milênio e a reforma das Nações Unidas. Em São Paulo, Kerim também participou de conversações focadas nos setores de infra-estrutura e aviação.