19 de setembro de 2019

Há 40 anos, a adesão das indústrias automobilísticas ao Pró-álcool revolucionou o mercado da mobilidade sustentável brasileira.

Salão do automóvel 1979

A atitude tomada naquele mês de setembro de 1979 possibilitou a expansão da fabricação de veículos movidos a etanol, na época chamado popularmente de álcool, e a criação de uma política pública que previu a adição do biocombustível na gasolina, a fim de tornar a mistura uma opção mais sustentável.

Passadas quatro décadas desde a decisão, todos os veículos brasileiros rodam com etanol, nem que seja parcialmente. Hoje, 29,5 milhões – 78% da frota – têm a capacidade de usar somente o biocombustível com a tecnologia flex fortalecendo a mobilidade sustentável. O restante, pouco mais de 10 milhões de veículos, rodam com 27% de etanol misturado à gasolina.

O etanol é o combustível do presente e do futuro. Aliado do meio ambiente, emite até 90% menos de CO2 quando comparado à gasolina. Abastecer com etanol representa menos poluição nas cidades brasileiras. Nos últimos 15 anos, o uso do biocombustível fez com que 530 milhões de toneladas de CO2 deixassem poluir o meio-ambiente, oferecendo dessa forma uma vida mais confortável e saudável para todos, além de um futuro com o céu mais azul.

Publicações Recentes

Veja Também

Caminho de investir em empresas inovadoras será tema do Summit 2011

Projeto RenovAção inicia curso para requalificar cortadores de cana

Trabalhadores rurais que atuam no corte manual de cana iniciam, na próxima segunda-feira, (12/04), na cidade de Piracicaba, as aulas dos cursos do Projeto RenovAção, cujo objetivo é treinar e requalificar esta mão-de-obra para outras funções dentro ou do setor sucroenergético. Os cursos para formação de soldador, eletricista de colhedora e me

ler mais
Caminho de investir em empresas inovadoras será tema do Summit 2011

Subestação contribuirá para exportação de bioeletricidade em SP

Com investimentos no sistema de transmissão de 500/138 kV de tensão, a subestação localizada em área de concessão da distribuidora CPFL Paulista, que aportou R$ 100 milhões no projeto, permitirá maior escoamento da energia elétrica produzida por usinas sucroenergéticas nas regiões de Ribeirão Preto, Bebedouro, São Joaquim da Barra e Sertãozinh

ler mais