16 de maio de 2017

A bioeletricidade produzida a partir da biomassa da cana (bagaço e palha) terá um papel cada vez mais importante na matriz elétrica brasileira. Com muito potencial para crescer, trata-se de uma energia renovável estratégica para o cumprimento das metas brasileiras apresentadas no Acordo de Paris (COP-21). Até 2030, o País terá que elevar de 10% para 23% a participação das fontes biomassa, eólica e solar na geração total de eletricidade no País.

No vídeo a seguir, o gerente em Bioeletricidade da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Zilmar de Souza, comenta a relevância da bioeletricidade sucroenergética, que em 2016 forneceu quase 21 TWh para o Sistema Interligado Nacional, um crescimento de 4% em relação à oferta de 2015. O especialista também fala sobre os 30 anos de exportação deste tipo energia para a rede, um marco no segmento elétrico brasileiro.

 

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